
Miradouro da Arrábida,
sítio singular
descoberto por acaso,
num fim de tarde
dum Outono quente.
Sentada,
nesta bancada privilegiada,
sob eucaliptos frondosos,
observo, enlevada
a imensa paisagem;
o rio Douro,
a Afurada,
o mar,
o sol alaranjado
navegando para o ocaso.
Desce, lentamente
a neblina
num véu ténue,
envolvente,
mudando todo o cenário.
Num instante,
fica escuro,
toda a paisagem adormece.
sítio singular
descoberto por acaso,
num fim de tarde
dum Outono quente.
Sentada,
nesta bancada privilegiada,
sob eucaliptos frondosos,
observo, enlevada
a imensa paisagem;
o rio Douro,
a Afurada,
o mar,
o sol alaranjado
navegando para o ocaso.
Desce, lentamente
a neblina
num véu ténue,
envolvente,
mudando todo o cenário.
Num instante,
fica escuro,
toda a paisagem adormece.
3 comentários:
Sem me identificar com o estilo da sua poesia, aprecio-a. Tem uma qualidade que denota logo o verdadeiro poeta: evita a metáfora gratuita que evidencia apenas literatice e não literatura. Vê-se que escreve para o leitor e não (como todos os amadores a armar em poetas) para espantar o leitor.
E bom ler alguem falar assim sobre sitios que me são tao queridos.
bjs
Já lá estive e digo-te a vista é divina...
Beijo
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